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sábado, 25 de junho de 2011

Notícias» CiênciaQual projeto espacial merece US$425 milhões?



Geophysical Monitoring Station, um dos três projeto que concorrem ao financiamento da Nasa e à chance de virar missão em 2016

SÃO PAULO – Qual das seguintes ideias merece um financiamento multimilionário: uma sonda para estudar o interior de Marte, uma missão para explorar um oceano em uma das luas de Saturno ou uma nave que desvendará os mistérios dos cometas?

Em 2012, a Nasa terá que escolher um destes três projetos para receber US$425 milhões de financiamento e decolar em 2016. A agência espacial americana também fornece o veículo de lançamento espacial, não incluso nestes custos.

As três ideias foram apresentadas à Nasa em 2010 durante o Discovery Program, uma iniciativa que analisou 28 propostas de exploração espacial para chegar às finalistas. Cada uma das três equipes anunciadas esta semana receberá US$3 milhões para aprimorar o conceito apresentado, conduzir alguns estudos preliminares em Terra e refinar o design.


Em 2012, outra análise irá selecionar uma delas para ser realizada e receber investimento de US$425 milhões. E aí, qual delas você escolheria?


A primeira, chamada Geophysical Monitoring Station (GEMS) é, como o nome diz, uma estação de monitoramento geofísico – porém localizada em Marte. Ela estudaria a composição e estrutura do interior do planeta vermelho para entender sua formação e evolução. O projeto é do laboratório de Propulsão a Jato, da própria Nasa, e conta, entre outras coisas, com um sismômetro para medir terremotos e uma sonda térmica colocada abaixo da superfície.


A segunda, Titan Mare Explorer (TiME), seria a primeira exploração direta de um ambiente oceânico fora da Terra – em Titan, uma das luas de Saturno. Ele consiste em um veículo para pouso e flutuação em um grande mar de metano-etano. O projeto é coordenado pela Proxemy Research Inc e pela Universidade Johns Hopkins.


A terceira, chamada Comet Hopper, seria uma nave para estudar a evolução dos cometas ao pousar múltiplas vezes em um único corpo. A ideia é observar suas mudanças conforme interage com o Sol. O projeto é coordenado pela Universidade de Maryland e pelo Centro de Vôo Espacial Goddard, da Nasa.

Abin também vai investigar crackers

Presidente Dilma quer saber qual foi o tamanho do estrago provocado pelas invasões
São Paulo - Além da Polícia Federal, o governo autorizou a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) a entrar nas investigações contra os crackers que atacaram os serviços online do Estado.

De acordo com o blog de Josias de Souza, a presidente Dilma se declarou “surpresa” com a vulnerabilidade dos sites dos órgãos públicos.
Leia tudo o que já foi publicado sobre a onda de ataques

A presidente quer saber também qual foi o tamanho do estrago provocado pelos crackers. De acordo com um especialista, pode ter ocorrido roubo de dados.

A Abin é um órgão subordinado ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República).

Ainda ontem, a Polícia Federal iniciou as investigações para tentar identificar a origem e os autores dos ataques, que começaram na quarta-feira contra o site da Presidência, contra o Brasil.gov e contra a página da Receita Federal.

Além deles, o site Ministério da Cultura, da Infraero, da Petrobras, do Ministério do Esporte e do IBGE também foram vítimas dos ataques.